terça-feira, 15 de julho de 2008

FATOR DE POTÊNCIA

Querendo aumentar o meu conhecimento e atender as exigências do mercado, estou sempre à procura de curiosidades que me desperta a minha atenção. Foi quando me deparei com o Fator de Potência. O meu conhecimento sobre o assunto era limitado até a potência ativa dos equipamentos e a curiosidade foi aumentando deste após vários circuitos sobre a minha responsabilidade sofrerem com a dificuldade de alimentar os equipamentos elétricos.
Depois de várias trocas de informação com colegas profissionais, eis que me apresentaram o Fator de Potência. Antes de entender o significado deste distúrbio elétrico tive que relembrar mais profundamente das potências e grandezas aritméticas que aproveito e torno público o meu estudo.

Para poder compreender as causas do Fator de Potência, lembra-mos dos seguintes conceitos:
Potência Ativa: representado pela letra W, e esta potência é o resultado da conversão da energia em trabalho do equipamento.
Potência Reativa: representado pelas letras VAr que significa a Potência que provoca os campos eletromagnéticos de que cargas como, motores elétricos, transformadores, etc.
Potência Aparente: representado pelas letras VA que é a soma vetorial das Potências Ativas e Reativas.
Resumindo, a energia utilizada pelo equipamento é a Potência Ativa e a energia que não é utilizada pelo equipamento é a Potência Reativa. O Fator de Potência é a soma das duas Potências.
Agora que temos idéias das unidades envolvidas, concluirmos que o Fator de Potência é a grandeza que corresponde a Potência Ativa e a Reativa conforme a equação 1:


FP = _W_____
W + VAr

FP = W
VA

Equação 1 – Fator de Potência.

Completando a conclusão, entendo que se o equipamento consumir menos a Potência Reativa, maior será o Fator de Potência. Então o objetivo é fazer que o sistema elétrico consuma toda a energia fornecida. E uma das formas para corrigir o Fator de potência é a utilização de bancos de capacitores após cálculos para definição exata do Fator de Potência. Existe várias formas de correção dependendo de estudos para encontrar a melhor forma visando custo – beneficio.
Téc. André Lisboa

sexta-feira, 4 de julho de 2008

O professor de Bill Gates

Esta estória é meio lenda meio fato, mas merece ser contada como se fosse real.
Quando Bill Gates estudava em Harvard, ele tinha um professor de matemática fantástico e muito exigente. Tanto isso é verdade que Bill Gates se classificou em 18º lugar num teste nacional de matemática. Esse professor dava uma prova final dificílima e poucos alunos conseguiam acertar todas as questões.
"Se alguém conseguir acertar completamente esta prova, eu renunciarei ao meu cargo de professor de matemática e trabalharei para ele", dizia o professor no início da prova, com total seriedade. Em inglês esta frase soa bem mais forte, tipo "eu serei seu subordinado para sempre", uma forma simpática de dizer que se aceita a derrota e que finalmente se encontrou alguém superior. Bill Gates foi o aluno que mais próximo chegou de encontrar todas as soluções, tendo errado uma questão, somente no finalzinho da dedução.
Passados vinte anos, se alguém for para Boston poderá encontrar o tal professor batendo a cabeça na parede de Harvard Square, balbuciando: "Porque eu fui tão rígido? Porque que eu fui tão rígido?'' Tivesse sido menos rigoroso, o agora anônimo professor seria hoje, provavelmente, o segundo homem mais rico do mundo.
O interessante dessa estória é o fato de que alunos de Harvard ouvem de seus professores o seguinte conselho: "Se um dia você encontrar alguém, um colega ou um subordinado, mais competente que você, faça dele o seu chefe, e suba na vida com ele".
No Brasil, um colega de trabalho que comece a despontar é imediatamente tachado de picareta, enganador e puxa-saco. Em vez de fazê-lo chefe, começa um lento e certeiro boicote ao talento. Nossa mania de boicotar chefes lembra a mentalidade do "Se hay gobierno soy contra". Nestas condições, equipes dificilmente conseguem ser formadas, e temos um excesso de prima-donas, donos da verdade sem nenhuma equipe para colocar as idéias em prática. Se não aprendermos a escolher os nossos chefes imediatos, como iremos escolher deputados, governadores e presidentes da República?
Milhares de jovens acreditam ingenuamente que, apesar de ter cabulado a maioria das aulas, quando adultos contratarão pessoas inteligentes que suprirão o que não aprenderem. Ledo engano, pessoas inteligentes são as primeiras a procurar parceiros competentes para trabalhar.
Melhor do que procurar as melhores empresas para trabalhar é procurar os melhores chefes e trocar de emprego quantas vezes seu chefe trocar o dele. Como fizeram as dezenas de programadores que decidiram trabalhar para a Microsoft, na época em que ela era dirigida por um fedelho de 19 anos e totalmente desconhecido.
Achar um bom chefe não é fácil. Temos muito mais informações sobre empresas do que sobre pessoas com capacidade de liderança. Mas, na próxima vez que encontrar um amigo para saber se o emprego dele paga bem, pergunte quem são os bons chefes e líderes da empresa em que ele trabalha. É muito melhor promover um subordinado a seu chefe se ele for claramente mais competente do que você, do que ficar atravancando a carreira dele e a sua.
Subordinar-se a um chefe competente não é sinal de submissão nem de servilismo, mas uma das melhores coisas que você poderá fazer para sua carreira. Embora ser o número 1 de uma organização seja o sonho de muitos jovens, a realidade é que 95% de sua carreira será desenrolada como o número 2 de algum cargo.